quarta-feira, 23 de junho de 2010

Deus é UM só - Texto sobre religiões...

Durante essas últimas semanas, um frase marcou muito a minha mente: "Deus é um só, não importa a sua religião."

Se pararmos para pensar e fôssemos analisar só a primeira parte, não há nada de errado, Deus é realmente Um só, mas e quanto à segunda parte ?

Pense comigo: Você conhece um abacaxi, certo ?

Se alguém te disser que conhece um abacaxi e lhe disser que um abacaxi é redondo, grande, pesado, verde por fora e vermelho por dentro, cheio de sementes pretas pequenas, e com muita água, o que você diria ?

Certamente você se espantaria com essa descrição e diria: "Você está errado ! Isso que você falou é uma melancia e não um abacaxi !

Então, você sabe assim que por ser apenas um, o abacaxi tem características próprias e exclusivas que diferenciam-no das demais frutas, certo ?


Por que com Deus isso seria diferente ?

Hoje em dia, Existem várias religiões e cada uma fala uma coisa diferente sobre Deus.

Será que todas as religiões estão corretas ?

será mesmo que todos os caminhos levam a Deus ?

É certo dizer que Deus é um só, mas será que Ele é qualquer um ?

Sei que minhas palavras podem estar soando como as de alguém que se julga 'dono da verdade', mas o foco não é esse, mas sim falar da busca de Deus.

Não podemos achar que somos donos na verdade, mas sim assumir a humilde postura de alguém que buscar conhecer a verdade, ainda que essa contradiga todos o que julgamos ser verdade.

Sobre isso, gostaria de desmitificar uma outra frase: "Política, futebol e religião não se discutem".

Sim, não devemos discutir, mas isso proíbe o diálogo amigável, a troca de idéias, o aprendizado um com os outros ?

Sei que é complicado expressar algumas idéias, pois estas podem gerar confusões maiores do que esperávamos e seus resultados podem ser ruins, mas é necessário cautela e não TABUS.

Gostaria de falar da verdade sob meu ponto de Vista: Jesus Cristo. !

Convido você a refletir em suas palavras e atitudes descritas nos Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) e comparar com a de outros homens.

Certamente você pode pensar que um homem que diz tais coisas seria louco, mentiroso, mas e sobre o relato das coisas que Ele fez e o que pessoas disseram sobre isso ?
Jesus disse e fez coisas que as pessoas disseram:

"Nunca Homem algum falou como esse homem"
(João 7:45-46)

"Nunca Vimos coisa semelhante"
(Marcos 2:1-12)

"Rabi, Sabemos que és mestre vindo de Deus, pois ninguém pode fazer esses sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele."
(João 3:1-2)

Poderia um louco ou mentiroso fazer tais coisas ?

Você até poderia dizer que a Bíblia é mentirosa, mas ela foi escrita depois que homens deram suas próprias vidas por essa Verdade, Jesus Cristo !

Morreria alguém por uma mentira ?

Creio que sobre as religiões, podemos dizer que elas são tentativas do homem de se chegar a Deus !

Mas Deus tem a sua própria religião, modo de nos levar a Ele:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna"
(João 3:16)

"Disse Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim"
(João 14:6)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Chamados para a Guerra: Mundial ? Não, Espiritual !

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A Oração toca a eternidade

Texto de Leonard Ravenhill, extraído do Livro: " Porque Tarda o pleno avivamento ?"

A estatura espiritual de uma pessoa é determinada pelas suas orações.

O cristão que não ora está se desviando.

O púlpito pode ser uma vitrine onde o pregador exibe seus talentos. Mas no aposento da oração não temos como dar um jeito de aparecer.

Embora a igreja seja pobre sob muitos aspectos, é mais pobre ainda na questão da oração. Contamos com muitas pessoas que sabem organizar, mas poucas dispostas a agonizar; muitas que contribuem, mas poucas que oram; muitos pastores, mas pouco fervor; muitos temores, mas poucas lágrimas; muitas que interferem, mas poucas que intercedem; muitas que escrevem, poucas que combatem.

Se fracassarmos na oração, fracassaremos em todas as frentes de batalha.

Os dois requisitos para se ter uma vida cristã vitoriosa são visão e fervor. Ambos nascem da oração e dela se nutrem. O ministério da pregação é de poucos; o da oração — a mais importante de todas as atividades humanas — está aberta a todos.

Porém, as “criancinhas” espirituais comentam sem o menor constrangimento: “Hoje, não vou à igreja. É dia de reunião de oração”.

É bem possível que Satanás não tema grande parte das pregações de hoje. Mas a experiência do passado leva-o a arregimentar todo o seu exército infernal para lutar contra o crente que ora.

Os cristãos de hoje não têm muito conhecimento da prática espiritual de “ligar e desligar”, embora essa responsabilidade nos tenha sido delegada por Deus: “O que (tu) ligares na terra..”.

Você tem feito isso?

Deus não desperdiça seu poder. Se quisermos ser poderosos na obra dele, temos que ser poderosos com Ele.

O mundo está marchando para o inferno a um ritmo tão rápido que, se comparado aos modernos aviões supersônicos, estes pareceriam tartarugas.

E, no entanto, para vergonha nossa, nem recordamos quando foi a última vez que passamos uma noite toda em oração a Deus, suplicando-lhe que derrame sobre nós um avivamento que abale o mundo.

Não temos compaixão pelas almas. Estamos pensando que os andaimes são o prédio. As pregações de hoje, com sua falha interpretação das verdades bíblicas, nos levam a confundir agitação com unção, e comoção com avivamento.

O segredo da oração é orar em secreto. Quem se entrega ao pecado pára de orar. Mas aquele que ora pára de pecar. O fato é que somos pobres, mas não humildes de espírito.

A oração é profundamente simples, e ao mesmo tempo profunda. “É uma forma de expressão tão simples que até uma criancinha pode exercitá-la”.

Mas é igualmente tão sublime que ultrapassa os recursos da linguagem humana, e esgota seu vocabulário.

Lançar diante de Deus uma torrente de palavras não irá necessariamente impressioná-Io ou comovê-lo.

Uma das mais significativas orações do Velho Testamento foi feita por uma pessoa que não pronunciou palavras:

“Seus lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma”.
(1Samuel 1.13)

De fato, Ana não tinha grandes dons de oratória.

Sem dúvida existem “gemidos inexprimíveis”.

Será que nos encontramos num padrão tão inferior ao dos cristãos neotestamentários que não possuímos mais a fé dos nossos antepassados (com todas as suas realizações e implicações), mas somente a fé emocional de nossos contemporâneos?

A oração é para o cristão o que o capital é para um homem de negócios.

Não se pode negar que a maior preocupação da igreja hoje são as finanças. E, no entanto, esse problema que tanto inquieta as igrejas modernas era o que menos perturbava a do Novo Testamento.

Hoje damos mais ênfase à contribuição; eles a davam à oração.

Em nossos dias são muito poucos os que estão dispostos a assumir a responsabilidade de orar inspirados pelo Espírito, e para esse tipo de oração não há substitutos.

Temos que orar, senão pereceremos!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Um alerta aos cristãos !

O Grande deus Entretenimento (A.W Tozer)


Há muitos anos um filósofo alemão disse alguma coisa no sentido de que, quanto mais um homem tem no coração, menos precisará de fora; a excessiva necessidade de apoio externo é prova de falência do homem interior.


Se isto é verdade (e eu creio que é), então o desordenado apego atual a toda forma de entretenimento é prova de que a vida interior do homem moderno está em sério declínio.


O homem comum não tem nenhum núcleo central de segurança moral, nenhum manancial em seu peito, nenhuma força interior para colocá-lo acima da necessidade de repetidas injeções psicológicas para dar-lhe coragem para continuar vivendo.


Tornou-se um parasita no mundo, extraindo vida do seu ambiente, incapaz de viver um só dia sem o estímulo que a sociedade lhe fornece.


Schleiermacher afirmava que o sentimento de dependência está na raiz de todo culto religioso, e que por mais alto que a vida espiritual possa subir, sempre tem que começar com um profundo senso de uma grande necessidade que somente Deus poderia satisfazer.


Se este senso de necessidade e um sentimento de dependência estão na raiz da religião natural, não é difícil ver por que o grande deus Entretenimento é tão ardentemente cultuado por tanta gente.


Pois há milhões que não podem viver sem diversão. A vida para eles é simplesmente intolerável. Buscam ansiosos o bendito alívio dado por entretenimentos profissionais e outras formas de narcóticos psicológicos como um viciado em drogas busca a sua injeção diária de heroína. Sem estas coisas eles não poderiam reunir coragem para encarar a existência.


Ninguém que seja dotado de sentimentos humanos normais fará objeção aos prazeres simples da vida, nem às formas inofensivas de entretenimento que podem ajudar a relaxar os nervos e revigorar a mente exausta de fadiga.


Essas coisas, se usadas com discrição, podem ser uma bênção ao longo do caminho.


Isso é uma coisa. A exagerada dedicação ao entretenimento como atividade da maior importância para a qual e pela qual os homens vivem, e definitivamente outra coisa, muito diferente.


O abuso numa coisa inofensiva é a essência do pecado. O incremento do aspecto das diversões da vida humana em tão fantásticas proporções é um mau presságio, uma ameaça às almas dos homens modernos, Estruturou-se, chegando a constituir um empreendimento comercial multimilionário com maior poder sobre as mentes humanas e sobre o caráter humano do que qualquer outra influência educacional na terra.


E o que é pecaminoso é que o seu poder é quase exclusivamente mau, deteriorando a vida interior, expelindo os pensamentos de alcance eterno que encheriam a alma dos homens, se tão-somente fossem dignos de abrigá-los. E a coisa toda desenvolveu-se dando numa verdadeira religião que retém os seus devotos com estranho fascínio, e, incidentalmente, uma religião contra a qual agora é perigoso falar.


Por séculos a igreja se manteve solidamente contra toda forma de entretenimento mundano, reconhecendo-o pelo que era — um meio para desperdiçar o tempo, um refúgio contra a perturbadora voz da consciência, um esquema para desviar a atenção da responsabilidade moral.


Por isso ela própria sofreu rotundos abusos dos filhos deste mundo. Mas ultimamente ela se cansou dos abusos e parou de lutar. Parece ter decidido que, se ela não consegue vencer o grande deus Entretenimento, pode muito bem juntar suas forças às dele e fazer o uso que puder dos poderes dele.


Assim, hoje temos o espantoso espetáculo de milhões de dólares derramados sobre o trabalho profano de providenciar entretenimento terreno para os filhos do Céu, assim chamados.


Em muitos lugares o entretenimento religioso está eliminando rapidamente as coisas sérias de Deus.


Muitas igrejas nestes dias têm-se transformado em pouco mais que pobres teatros onde "produtores" de quinta classe mascateiam as suas mercadorias falsificadas com total aprovação de líderes evangélicos conservadores que podem até citar um texto sagrado em defesa da sua delinqüência.


E raramente alguém ousa levantar a voz contra isso.


O grande deus Entretenimento diverte os seus devotos principalmente lhes contando estórias.


O gosto por estórias, característico da meninice, depressa tomou conta das mentes dos santos retardados dos nossos dias, tanto que não poucas pessoas pelejam para construir um confortável modo de vida contando lorotas, servindo-as com vários disfarces ao povo da igreja.


O que é natural e bonito numa criança pode ser chocante quando persiste no adulto, e mais chocante quando aparece no santuário e procura passar por religião verdadeira.


Não e uma coisa esquisita e um espanto que, com a sombra da destruição atômica pendendo sobre o mundo e com a vinda de Cristo estando próxima, os seguidores professos do Senhor se entreguem a divertimentos religiosos?


Que numa hora em que há tão desesperada necessidade de santos amadurecidos, numerosos crentes voltem para a criancice espiritual e clamem por brinquedos religiosos?


"Lembra-te, Senhor, do que nos tem sucedido; considera, e olha para o nosso opróbrio. . . . Caiu a corou da nossa cabeça; ai de nós porque pecamos! Por isso caiu doente o nosso coração: por isso se escureceram os nossos olhos.''


Amém. Amem.